Gols da 2ª Rodada

Jacuipense 4x1 Baraúnas e Globo 3x1 Vitória da Conquista



Confiança 1x1 Porto



Brasil de Pelotas 2x1 Cabofriense



River 1x1 Remo



Central 1x1 Campinense




Londrina 1x0 Metropolitano




Brasiliense 3x0 Estrela do Norte



Moto Club 2x2 Interporto




São Raimundo 2x0 Genus



Falta:
Tombense 4x0 Goianésia
Anapolina 1x1 Villa Nova
Grêmio Barueri 0x1 Luziânia
Guarani de Palhoça 1x1 Maringá

Atlético Acreano 0x0 Santos

Em uma partida bastante corrida e com emoções moderadas, Atlético-AC e Santos-AP ficaram no 0 a 0 no estádio Arena da Floresta, em Rio Branco, capital acreana, na noite deste domingo (27), duelo válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro da Série D.

Com o resultado, o Galo Carijó, que fez sua estreia na competição nacional, soma o primeiro ponto e é o quarto colocado, enquanto o Peixe da Amazônia chega aos quatro pontos, em duas partidas, ficando na vice-liderança do grupo A1, superado pelo Rio Branco-AC, que também tem quatro pontos, mas saldo de gols superior.

O Atlético-AC volta a jogar na próxima quarta-feira (30), contra o Genus-RO, em Porto Velho, às 21h (de Brasília), no estádio Aluízio Ferreira. Já o Santos-AP entra em campo novamente no próximo domingo (3), às 16h (de Brasília), no estádio Zerão, em Macapá, para fazer o confronto de líderes contra o Rio Branco-AC.


Atlético-AC x Santos-AP (Foto: Duaine Rodrigues)Atlético-AC tem várias chances em lances de bola parada, mas não aproveita e fica no empate na estreia da Série D (Foto: Duaine Rodrigues)

A partida começou em alta velocidade, com o Atlético tomando a iniciativa. Logo aos cinco minutos de jogo, o time acreano teve a primeira chance de gol. Em cobrança de falta frontal na entrada da área do Santos-AP, o meia Testinha tentou colocar a bola no canto esquerdo do goleiro Diego, mas atento, o arqueiro se esticou todo para evitar a abertura do placar na Arena da Floresta.

Após o susto, o Santos-AP equilibrou a partida e chegou a balançar a rede do vice-campeão acreano, aos 9 minutos, com o atacante Everton, no entanto, a partida estava paralisada e o gol acabou anulado pela arbitragem, decisão que causou reclamação por parte do time amapaense.

Atlético-AC x Santos-AP (Foto: Duaine Rodrigues)Jogadores do Santos-AP questionam motivo do gol anulado (Foto: Duaine Rodrigues)
Animado, o Peixe da Amazônia continuava tentando surpreender os donos da casa. E aos 12 minutos, por pouco não ficou em vantagem. Após cruzamento em cobrança de falta para a área atleticana, o volante Wison, do time acreano, desviou a bola de cabeça para trás e quase marcou contra, mas acabou saindo por cima do gol de Babau, para escanteio. Na cobrança,a defesa celeste afastou o perigo.

A partida diminuiu de ritmo após os 25 minutos e também em emoção, com os dois times sem objetividade, tocando a bola de lado, tentando encontrar espaços. O Galo, com mais posse de bola, seguia atacando principalmente pelo lado direito, com o lateral Ley, mas que muitas vezes ficava isolado, sem alternativas para evoluir diante da defesa do time adversário.

Aos 43 minutos, o atacante Ailton, do Atlético-AC, teve a principal chance da primeira etapa e do jogo. O camisa 9 recebeu a bola dentro da área do Santos-AP e, cara a cara com o goleiro Diego, desperdiçou o remate, batendo em cima do arqueiro, que fez grande defesa. No rebote, a bola bateu no volante Wilson, que chegava em velocidade, e acabou saindo pela linha de fundo, em tiro de meta para o Peixe da Amazônia.

Atlético-AC x Santos-AP (Foto: Duaine Rodrigues)Atlético-AC pressiona na segunda etapa, mas não consegue furar bloqueio santista (Foto: Duaine Rodrigues)
No segundo tempo, os dois times voltaram com objetivos distintos. Enquanto o Atlético-AC tentava pressionar o visitante em busca do primeiro gol, o Santos-AP cadenciava a partida, tocava a bola e apostava nos contra-ataques, mas sem se arriscar para não ser surpreendido.

As principais oportunidades foram do lado atleticano, que não aproveitou os lances de bolas paradas e contou com seus atletas do setor ofensivo em um dia de pouca inspiração.

Do lado amapaense, o Peixe da Amazônia parecia satisfeito com o empate fora de casa e somente atacava quando encontrava brechas no setor defensivo celeste. No entanto, as investidas santistas pouco trabalho davam para o goleiro Babau. O lance mais perigoso foi um cruzamento em que o arqueiro por pouco não soltou nos pés do ataque alvinegro, dentro da pequena área.

Há poucos minutos do fim da partida, o Santos-AP ainda reclamou de um pênalti que teria sido cometido pela defesa atleticana, mas o árbitro Daniel Martins dos Santos, do Mato Grosso, não assinalou nada e mandou o jogo seguir. O Atlético-AC ainda pressionou no fim do jogo, em busca de um gol que garantisse a vitória, mas a partida terminou mesmo sem que as redes balançassem na Arena da Floresta.

São Raimundo 2x0 Genus


São Raimundo-RR x Genus (Foto: Nailson Wapichana/GloboEsporte.com)São Raimundo-RR arrumou a casa na defesa e fechou nos contrataques (Foto: Nailson Wapichana/GloboEsporte.com)


Neste domingo, o São Raimundo-RR melhorou o setor defensivo desde a estreia no Brasileirão Série D, e nos contrataques vence o Genus, de Rondônia, por 2 a 0. A partida é válida pelo Grupo 1 e aconteceu no Estádio Ribeirão, às 17h.

partida começou lenta, com os times cautelosos. O Genus encontrou a defesa estruturada do Mundão que interrompeu as investidas do Estrelão. Após os 30 minutos, a partida ficou mais movimentada, tanto que o lateral direito do Genus, Sávio recebeu o primeiro cartão amarelo após entrada forte em Ygor, do São Raimundo-RR.
O final do primeiro tempo tem uma maior pressão do  Mundão com os chutes de Rafael que arriscava de fora da área. Até que aos 45 minutos, Rafael recebeu pela direita e sofreu falta. Na batida, o zagueiro Evandro (23) subiu sozinho e de cabeça faz 1 a 0 para o São Raimundo-RR.
São Raimundo-RR x Genus (Foto: Nailson Wapichana/GloboEsporte.com)Genus mostra boa velocidade mas esbarra na zaga do São Raimundo-RR
(Foto: Nailson Wapichana/GloboEsporte.com)
 
No segundo tempo as equipes entram com mudanças. No Genus saiu Sávio, que havia recebido um cartão amarelo e entra Marlon, e Pedro (17) no lugar de Douglas (3). No São Raimundo-RR sai o lateral esquerdo Patric (6) para a entrada do atacante Marcinho (21).

O Genus voltou com 'sede de gol' e pressionou muito nos dez primeiros minutos de jogo. A pressão abria espaços para contrataques. Tanto que aos 18 minutos, o técnico do Mundão, Chiquinho Viana, colocou Enival no lugar de Jonas no intuito de distribuir mais velocidade nos contrataques. A partida fica tensa, Chiquinho faz a última substituição colocando Careca no lugar de Eduardo. O Genus tira Pemaza e coloca o camisa 11, Cera.

São Raimundo-RR x Genus (Foto: Nailson Wapichana/GloboEsporte.com)Time de Rondônia é eficiente nos ataques, porém não avança pelo setor defensivo do Mundão
(Foto: Nailson Wapichana/GloboEsporte.com)
As investidas do aurigrená abrem o setor defensivo para os rápidos ataques do São Raimundo-RR. Após um avanço do Genus, a zaga do Mundão rouba a bola e liga o ataque com Enival, que corta o zagueiro Vagner e em cruzamento encontra Rafael sozinho, que domina e bate uma bomba, fazendo 2 a 0 para o São Raimundo-RR.

O Mundão ainda tem chances de ampliar com Marcinho, porém a partida termina com 2 a 0 para o São Raimundo-RR.

O resultado deixa o São Raimundo-RR em terceiro no Grupo 1, atrás de Rio Branco-AC e Santos-AP e mais aliviado após estrear com derrota para o Rio Branco-AC. O Genus fez o primeiro jogo e agora vai enfrentar o Atlético-AC no Estádio Aluizio Ferreira em busca dos primeiro pontos. O São Raimundo-RR voltar a jogar também contra a equipe do Atlético-AC, mas no próximo domingo, 3 de agosto.

Central 1x1 Campinense

O Central recebeu o Campinense, na tarde deste domingo, em dia de estreias. Foi o primeiro jogo do time pernambucano em casa nesta Série D e dos paraibanos na competição. Não por falta de oportunidades, o confronto terminou empatado em 1 a 1, com gol contra de Josimar, para a Raposa, e de Eduardo Erê, para a Patativa.

Confusão lacerdão Central (Foto: André Ráguine / GloboEsporte.com)Torcedor do Central teria sido atingido por rojão (Foto: André Ráguine / GloboEsporte.com)
 
O jogo ficou paralisado por cerca de 20 minutos por causa de uma confusão iniciada ainda no intervalo. A torcida do Campinense arremessou, de fora do estádio, bombas na torcida do Central. Os alvinegros revidaram e jogaram pedras e outros objetos na área destinada à torcida adversária. Após a intervenção da Polícia Militar, a violência diminuiu, mas um torcedor precisou ser retirado pela única ambulância que estava no campo. Sem a unidade móvel de atendimento, o árbitro pausou a partida, que só foi reiniciada após o retorno do veículo.

Com o resultado, o Central permanece na segunda posição do Grupo 3, com dois pontos ganhos. Já o Campinense fica em terceiro, com um ponto. Mesmo empatado com o Baraúnas, leva vantagem nos critérios de desempate.
Central x Campinense Série D (Foto: André Ráguine / GloboEsporte.com)Central empatou com o Campinense no Lacerdão em 1 a 1 (Foto: André Ráguine / GloboEsporte.com)
O jogo
A partida começou eletrizante, com chances para os dois lados. Coube ao Campinense aproveitar o ritmo frenético e abrir o placar, na primeira oportunidade. Aos três minutos, Bismarck bateu escanteio, a bola desviou em Josimar, atacante do Central, bateu na trave e entrou.
Eduardo Erê Central Série D (Foto: André Ráguine / GloboEsporte.com)Eduardo Erê marcou o gol de empate do Central (Foto: André Ráguine / GloboEsporte.com)
Depois do susto inicial, o time pernambucano começou a tomar conta das ações do jogo, apesar das principais chances serem criadas a partir de bolas paradas. E foi em uma cobrança de falta que saiu o gol de empate da Patativa. Aos 12 minutos, Adriano cruzou na área e Eduardo Erê cabeceou para o fundo das redes.

Após o empate, o confronto ficou equilibrado e o ritmo diminuiu. Com muitas faltas no jogo, o melhor lance do Central foi quando o lateral Adriano entrou em ação mais uma vez. Ele recebeu um lançamento e achou Andrezinho na área, que bateu e o goleiro Rodrigão salvou com as mãos trocadas. Já a melhor chance do Campinense foi aos 45 minutos, com mais um escanteio batido por Bismarck, mas a bola beijou a trave e saiu pela linha de fundo.

No segundo tempo, a bola rolou por apenas dois minutos, até ser parada pelo árbitro após uma confusão nas arquibancadas. Após 23 minutos de paralisação, o jogo seguiu frio. Sem chances claras de gol, o Campinense pareceu estar contente com o empate, enquanto o Central não conseguia criar boas oportunidades. Foi assim até o apito final do juiz da partida. Central 1 x 1 Campinense.

Princesa do Solimões 0x0 Rio Branco

Um jogo digno de um empate sem gols, e foi assim que terminou o duelo entre Princesa do Solimões e Rio Branco neste domingo, no estádio Ismael Benigno, a Colina, em Manaus, válido pela segunda rodada do Grupo A1 da Série D do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Tubarão do Norte conquistou seu primeiro ponto em dois jogos, já os acreanos seguem invictos na Quarta Divisão nacional com quatro pontos.
Princesa do Solimões x Rio Branco (Foto: Isabella Pina)Princesa do Solimões tropeçou diante do Rio Branco (Foto: Isabella Pina)


Na próxima rodada, o Princesa do Solimões viaja para Rondônia onde enfrenta o Gênus, enquanto o Rio Branco atua novamente fora de casa, dessa vez contra o Santos/AP.
de mau a pior

O Princesa do Solimões entrou em campo para o duelo diante do Rio Branco com três modificações, a principal delas a entrada de Renato Medeiros no meio-campo. Porém, nem mesmo a entrada do camisa 8 trouxe inspiração para o Tubarão do Norte na primeira etapa. Já o time acreano, fora de casa, entrou no esquema 3-6-1, com Sandro Goiano sendo o único homem de referência na frente.

Necessitando da vitória, o Princesa iniciou o duelo ocupando os espaços e pressionando a saída de bola dos visitantes, que claramente apostavam em uma jogada no contra-ataque para definir o jogo. No entanto, com pouca criatividade e muita lentidão, a verdade é que o confronto se tornou monótono, com os amazonenses centralizando demais as jogadas e esbarrando no forte sistema defensivo do Estrelão.

Com muitos erros de passe, a primeira finalização aconteceu após os 20 minutos. Somália, principal referência do Tubarão,  ganhou da defesa do Alvirrubro e finalizou com precisão, mas a bola explodiu na trave do goleiro Thiago Rocha. Com um jogo previsível,  a apatia tomou conta da partida e irritou o público no estádio da Colina.

O Princesa manteve a maior posse de bola, mas sem criar nenhuma grande situação de gol. Por outro lado, o Rio Branco, com dificuldades na ligação entre o meio e o ataque, abusou dos chutões, mas manteve o empate no placar.
Princesa do Solimões e Rio Branco (Foto: Isabella Pina)Equipe segue sem vencer na Série D (Foto: Isabella Pina)
leve melhora e mais decepção

O desempenho na primeira etapa desagradou o técnico Charles Guerreiro, que sacou Renato Medeiros e Branco da equipe e optou pelas entradas de Flamel e Marinelson. Pelo Rio Branco, o técnico Zezito foi obrigado a colocar Romarinho após Thiago Silva sair lesionado, mas manteve o padrão de jogo da equipe.

A princípio as mudanças surtiram efeito. O time do Amazonas passou a centralizar menos as jogadas e explorou mais as investidas pela lateral, mas seguia pecando pelas poucas finalizações. Quando a oportunidade surgia, a pontaria também se mostrava falha. Por outro lado, o Estrelão, pouco inspirado, seguia errando inúmeros passes e não aproveitava os espaços deixados no costado da zaga princesiana.

O atacante Somália também deixou o gramado para a entrada de Canutãma, mas o ferrolho do Alvirrubro continuou se mostrando eficiente. A confiança era tanta, que os visitantes até mesmo passaram a se arriscar mais nos contra-ataques, um deles gerou cartão amarelo para o zagueiro Lídio após falta sobre Bruno Oliveira.

Com o passar do tempo, o cansaço e o relógio se tornaram vilões do Princesa e aliados do Rio Branco, que garantiu o empate fora de casa e segue vivo na luta para chegar na próxima fase. Já o Princesa começa a ficar em situação delicada na Série D.

Princesa do Solimões x Rio Branco/AC
Local: Estádio Ismael Benigno, a Colina
Público/Renda: 1.367 pagantes/ R$ 20.770

Princesa: Paulo; Deucinei, Lídio, Leandro Camilo, Alberto, Rondinelle, Amaral, Renato Medeiros (Flamel) , Michell Parintins, Somália (Canutãma) e Branco (Marinelson). Téc: Charles Guerreiro.

Rio Branco: Thiago Rocha; Renan Augusto (Alcione), Gilson, André Alves, Rodrigo, Bruno Oliveira; Joel, Kássio, Willian Saroa; Thiago Silva (Romarinho) e Sandro Goiano.Téc: Zezito.

Moto Club 2x2 Interporto

Na tarde deste domingo, o Moto ficou no empate em 2 a 2 com o Interporto no Castelão. Fabiano abriu o placar e ainda no primeiro tempo, Marcos Paulo empatou. No segundo tempo, Fabiano voltou a colocar o Rubro-Negro na frente e Jean empatou novamente o jogo. Nos minutos finais, Kléo ainda teve a chance de garantir a vitória, mas na cobrança de pênalti, o goleiro Everton fez a defesa.

Com o resultado, o Moto fica na segunda colocação do grupo A2, com dois pontos e o Interporto é o quarto colocado. O Interporto volta a campo no próximo sábado, quando encara o Remo no General Sampaio e o Moto entra em campo somente no domingo para receber o Guarany-CE.

Tudo igual no primeiro tempo
O Moto começou o jogo atacando e mostrando sua força nos minutos iniciais, principalmente com Henrique e Fabiano. Apesar disso, logo o Interporto conseguiu equilibrar o jogo e encontrar espaços, principalmente para Heder e Lourival aparecerem com maior perigo diante do goleiro Ruan.

Apesar disso, aos 30 minutos, Fabiano recebeu a bola na área, girou e abriu o placar para o Rubro-Negro. Os donos da casa não tiveram tempo para comemorar, pois aos 33, Marcos Paulo apareceu livre na área para empatar o jogo e garantir a igualdade no placar antes do intervalo do jogo.

Kléo perde pênalti e a chance da vitóriaNo segundo tempo a partida seguia equilibrada. Entretanto, aos 12 minutos, após cruzamento, novamente Fabiano apareceu para cabecear a bola e recolocar o Moto na frente do marcador. Apesar disso, o Interporto seguia pressionando e o resultado veio aos 22, quando Marcos Paulo cobrou falta e Jean apareceu para empatar o jogo novamente.

Após o empate, o Moto passou a pressionar e o Interporto tentando segurar o placar. Até que aos 40 minutos, Davyson fez boa jogada e foi parado somente com pênalti, cometido pela defesa do Interporto. Kléo foi para a cobrança, chutou no canto e o goleiro Everton fez a defesa, garantindo o empate no Castelão.. 

Confiança 1x1 Porto

O jogo no Estádio Presidente Médici, em Itabaiana, pelo Brasileiro da série D, entre Confiança e Porto, foi entre experientes sergipanos contra os garotos de Pernambuco. Mesmo com um grupo praticamente sub-23, o Gavião de Caruaru teve calma e raça para buscar um empate fora casa. Com o resultado o time se manteve na liderança do grupo A4 com quatro pontos, o Dragão de Aracaju começa sua jornada no Brasileiro na quarta colocação. Bibi abriu o marcador para os donos da casa após cobrança de pênalti no primeiro tempo. Na etapa final Etinho subiu mais que todo mundo e fez de cabeça.
Confiança x Porto-PE (Foto: Thiago Barbosa / GloboEsporte.com)Confiança e Porto-PE ficam no 1 a 1 no Médici (Foto: Thiago Barbosa / GloboEsporte.com)

Na próxima rodada, o Confiança visita o Vitória da Conquista, no sábado quem vem, no Estádio Lomanto Júnior. Já o Porto folga no próximo final de semana e na quarta rodada, dia 9 de setembro, vai encarar o Betim, no Estádio Ipatingão, em Ipatinga.

No primeiro tempo o Confiança fez valer o mando de campo e buscou mais o gol. Leandro Kível e Everton tiveram boas oportunidades, mas colocaram muita força na bola e isolaram. Enquanto os donos da casa pressionavam, o Porto apostou nos contra-ataques, mas viu Jefferson e Etinho mal posicionados e o árbitro anotou sete impedimentos da dupla. A pressão deu resultado e, aos 31 minutos, Richardson invadiu a área e foi derrubado por Geninho, pênalti que o árbitro Josevaldo Bisarria anotou. Bibi cobrou com categoria e abriu o placar no Médici.

Na etapa final os visitantes mudaram a postura e passaram a marcar a saída de bola do Confiança. O gol de empate saiu justamente em uma jogada de contra-ataque, após Rudison fazer grande defesa em cabeçada de Kível, ele encontrou Jackson, que cruzou na medida para Etinho empatar de cabeça. Com a igualdade no marcador o jogo ficou aberto, com os dois times criando boas oportunidades, mas os atacantes não estavam em bom dia, principalmente Jean, do Confiança, que perdeu um gol debaixo da trave. Após os 35 minutos o Gavião do Agreste soube segurar o desespero dos rivais até o apito final e garantir a liderança do grupo.

Globo 3x1 Vitória da Conquista

O Globo FC fez valer o mando de campo e venceu o primeiro jogo no Estádio Barretão, em Ceará-Mirim. O Vitória da Conquista até saiu na frente, com gol de Rafael Granja, mas o time potiguar conseguiu a virada no segundo tempo e assumiu a vice-liderança do Grupo A4 da Série D do Campeonato Brasileiro.

Globo FC x Vitória da Conquista (Foto: Canindé Pereira/Divulgação)Globo FC bate Vitória da Conquista e se recupera na Série D (Foto: Canindé Pereira/Divulgação)

Após a derrota para o Porto-PE na estreia, a Águia de Ceará-Mirim soma os três primeiros pontos no Brasileirão, enquanto os baianos seguem sem vencer, com um ponto. Na próxima rodada, o Globo encara o Betim no sábado, no Ipatingão. No mesmo dia, o Vitória da Conquista busca a reabilitação contra o Confiança.

O Vitória da Conquista marcou primeiro logo aos sete minutos de jogo. O meia Rafael Granja cobrou falta com categoria, sem chances para o goleiro Rafael. O Globo buscou o empate a todo custo, mas as finalizações de Ricardo Lopes, Romarinho e Geovane pararam nas mãos do goleiro Augusto.

Globo FC x Vitória da Conquista (Foto: Canindé Pereira/Divulgação)Globo FC consegue virada com três gols no segundo tempo (Foto: Canindé Pereira/Divulgação)

O segundo tempo, porém, teve as cores do tricolor de Ceará-Mirim. Com apoio da torcida, a Águia chegou à virada com dois gols relâmpagos entre os 26 e 27 minutos, com Renatinho Potiguar e Índio Oliveira. Nos acréscimos, Vavá fez mais um para o Globo FC e fechou o placar.

Guarani 1x1 Maringá

Guarani de Palhoça e Maringá empataram por 1 a 1 pela segunda rodada da Série D do Campeonato Brasileiro de 2014. Os gols marcados por Felipe Oliveira e Eidison, ainda na primeira etapa do duelo no estádio Renato Silveira, foram resultado do grande número de finalizações das duas equipes nos primeiros 45 minutos. A partida em Palhoça marcou a estreia do clube paranaense na competição nacional, disputada por 41 times em busca de uma das vagas na terceira divisão.

Na próxima rodada, o Guarani de Palhoça recebe o Ituano, às 16h, do dia 10 de agosto. Já a equipe paranaense também joga em casa, e será a anfitriã do confronto contra o Brasil de Pelotas, no dia 3 do mesmo mês. Na partida, o Maringá precisa buscar a recuperação na tabela de classificação, onde soma apenas 1 ponto. Com uma vitória e um empate, a situação é mais confortável ao Guarani.
muitas chances, mas poucos gols

O primeiro tempo do confronto nacional entre Guarani e Maringá teve muitas chances por parte das duas equipes, apesar do domínio claro do time da casa. Logo aos 11 minutos, o atacante Marcinho iniciou jogada pela esquerda, e na hora do cruzamento, a bola sobrou para Felipe Oliveira, que não desperdiçou. Em resposta, minutos mais tarde, Eidison chutou forte e o goleiro Wanderson deixou a bola escapar, que entrou no gol e decretou o empate na Grande Florianópolis. Até o fim da primeira etapa, o Guarani assustou muitas vezes o goleiro Ednaldo, que fez defesas importantes e segurou o resultado a favor do time visitante. A jogada mais perigosa foi novamente do autor do gol, Felipe Oliveira. Ele chutou forte em direção ao gol, mas não teve sucesso na finalização.

A volta para o segundo tempo não trouxe inspiração e nem gols para Guarani de Palhoça e Maringá. As duas equipes criaram pouco e não alteraram o placar na rodada da Série D. No fim da partida, Eidison teve a chance de virar o jogo, mas se desequilibrou e a defesa ficou fácil para o goleiro Wanderson. Pelo Guarani, o lateral Cappa, autor do gol da vitória na primeira rodada e peça importante no time de Amaro Júnior, levantou a torcida da casa aos 46 minutos. Porém, a zaga adversária foi eficiente e cortou no momento certo.

River 1x1 Remo

Foi um jogo equilibrado do início ao fim, mas após o apito final, a sensação era melhor para os riverinos. Na sua primeira partida em casa pela Série D, o River-PI conseguiu um empate suado com gol de pênalti aos 46 minutos do segundo tempo. Pior para o Remo, que segue sem vencer na competição.

River-PI x Remo no Albertão (Foto: Daniel Cunha)River-PI e Remo fizeram um jogo equilibrado no Estádio Albertão (Foto: Daniel Cunha)
As duas equipes guardaram os gols para o segundo tempo. Primeiro Schmoller abriu o placar para o Remo, mas Eduardo converteu pênalti marcado nos acréscimos da partida. É o segundo gol do atacante piauiense na Série D.

Com o placar, o River-PI se mantém na primeira posição do Grupo 2, com 4 pontos ganhos. Já o Remo segue sem vencer ao acumular o segundo empate. Moto Club e Interporto-TO completaram a rodada e empataram em 2 a 2, deixando o Leão paraense na 3ª colocação. Guarany de Sobral é o lanterna do grupo.

O time piauiense folga na terceira rodada e só volta a jogar no dia 10 de agosto, contra o Moto Club, também no Albertão. Já o Remo tentará a primeira vitória na Série D diante do Interporto-TO no próximo sábado (2), no Estádio General Sampaio, no Pará.

Sol quente, jogo morno
O primeiro tempo foi de estudo quando a bola começou a rolar, mas nenhuma das equipes ficou muito atrás. Um jogo muito igual das duas partes e cada descida ao ataque tinha resposta imediata. A equipe piauiense tentou controlar a posse de bola, enquanto o Remo buscava as jogadas no erro do adversário.
Em um erro de marcação aos 14 minutos, Reis saiu no meio da área sozinho e cabeceou para o gol, mas foi parado por uma grande defesa do goleiro César Luz. A partir dos vinte minutos o River-PI começou a tomar mais iniciativa das ações da partida, com boas chances de finalização. O ataque piauiense não conseguiu penetrar na área com a marcação da zaga e teve de arriscar de fora da área com Esquerdinha e Thiago Dias, levando perigo para o gol de Maycki.

River-PI x Remo no Albertão (Foto: Daniel Cunha)River-PI x Remo não tiveram muitas oportunidades de gol no primeiro tempo (Foto: Daniel Cunha)
O primeiro tempo também teve as duas equipes usando a cabeça para fazer as finalizações. Eduardo tentou pelo River-PI, Mozy tentou pelo Remo, mas a falta de pontaria não deixou nenhuma das duas torcidas respirar no início da partida. Rony, apontado como jogador perigoso, acabou recebendo uma marcação especial e quase não conseguiu espaço para executar as jogadas. O Remo também reforçou sua zaga e não permitiu que os donos da casa entrassem na área.

Um jogo morno em campo, quase sem empolgação, mas quente nas arquibancadas. Para fugir do sol forte que fazia na capital piauiense, os torcedores tiveram de se esconder na sombra do refletor do estádio

Emoção até o último minuto

No segundo tempo saiu o lateral Warian Santos e entrou Ilailson no time do Remo. A equipe paraense começou mandando nas ações do jogo. Sem gostar da postura do seu time, Josué Teixeira fez uma dupla substituição: Rayllan entrou no lugar de Gabriel e Bruno Chocolate entrou no lugar do capitão Thiago Marabá. O time ficou mais ofensivo.
River-PI x Remo no Albertão (Foto: Daniel Cunha)Jogadores do Remo comemoram gol de
Schmoller no Albertão (Foto: Daniel Cunha)
 
Em dois lances seguido aos 15 minutos, o River-PI que parecia desorientado em campo, errando alguns passes, conseguiu assustar em batidas de fora da área. Do lado do Remo, o último passe saía quebrado e a equipe não conseguia articular uma boa jogada. Precisando de um homem de presença no ataque, Roberto Fernandes tirou Rony, que deu lugar para Val Barreto na segunda alteração do clube do Remo.
Sem conseguir desenvolver as jogadas pelo meio da área, o Leão começou a ter mais liberdade pela direita. Foi assim que saiu a jogada que resultou no gol. Aos 29 minutos, em bola alçada na área, Schmoller pegou de primeira e mandou para o gol, abrindo o placar para delírio da pequena torcida que acompanhou a equipe.

A resposta veio rápida com Rayllan que teve a chance aos 35 de empatar a partida depois de costurar a zaga ele acabou batendo para fora. Após dar quatro minutos de acréscimo, o juiz viu pênalti aos 46 do segundo tempo, quando a defesa do Remo desviou uma bola com a mão. Eduardo mandou uma cavadinha na bola e empatou a partida, aliviando a torcida riverina e dando números finais ao placar.

River-PI x Remo no Albertão (Foto: Daniel Cunha)Cavadinha de Eduardo salva River-PI da derrota nos acréscimos da partida (Foto: Daniel Cunha)

Brasiliense 3x0 Estrela do Norte

Os primeiros minutos de Brasiliense e Estrela do Norte deram a tônica do que seria a partida. Jogando no Estádio Serejão - mais conhecido como a Boca do Jacaré - os donos da casa aprontaram uma "blitz" para cima dos capixabas logo nos primeiros minutos e não tiveram grandes dificuldades para vencer por 3 a 0. Com o resultado, a equipe candanga assumiu a liderança isolada do Grupo 5, com seis pontos em duas partidas. Já o Estrela, que havia folgado na primeira rodada, ficou com a lanterna da chave.

Após criar três boas oportunidades de gol no início da partida, o Jacaré abriu caminho para a vitória logo aos três, com o lateral Dedê. Na segunda etapa, a defesa do Estrela "colaborou" com dois pênaltis, convertidos por Rodrigo e Baiano, que deram números finais ao placar.
Campeonato Brasileiro Série D 2014: Brasiliense x Estrela do Norte (Foto: Claudio Reis / Divulgação)Jogadores comemoram segundo gol do Brasiliense (Foto: Claudio Reis / Divulgação)


Tranquilo na ponta, o Brasiliense folga na próxima rodada do Grupo 5 e só volta a campo no dia 10 de agosto, para enfrentar o Itaporã, novamente na Boca do Jacaré. Já o Estrela do Norte vai buscar a recuperação na tabela já no próximo sábado, quando recebe a Anapolina, no Espírito Santo.
"Blitz" inicial coloca o Brasiliense em vantagem

Mesmo em um Serejão gelado - temperatura na casa dos 17°C e sensação térmica de 13°C -, o time do Brasiliense entrou fervendo no jogo e aprontou uma "blitz" para cima dos visitantes assim que o árbitro soprou o apito inicial. Em menos de dois minutos, o Jacaré já tinha criado três boas oportunidades de gol.

Na quarta chance clara, aos três minutos de partida, não teve jeito. Em uma jogada de lateral para lateral, o canhoto Kaká encontrou o destro Dedê pelo meio, surpreendendo a defesa do Estrela do Norte. Cara a cara com o goleiro Wagner, o lateral-esquerdo não teve dificuldades para tocar no canto e abrir o placar: 1 a 0 para o Brasiliense e festa para os cerca de 400 torcedores guerreiros que encararam a tarde fria em Taguatinga para apoiar o Jacaré.

Mesmo após o "gol relâmpago", o Brasiliense não diminuiu o ritmo e criou outras duas boas chances antes dos dez minutos de jogo: Claudecir e Zé Roberto receberam ótimos cruzamentos na área, mas cabecearam mal. Após o sufoco inicial, finalmente, aos 12 minutos, o Estrela do Norte conseguiu chegar pela primeira vez à frente, com Marcos Vinícius, que buscou o canto esquerdo do goleiro Edson da entrada da área, mas acabou chutando longe da meta.
Campeonato Brasileiro Série D 2014: Brasiliense x Estrela do Norte (Foto: Claudio Reis / Divulgação)Equipe do Brasiliense dominou o jogo durante os 90 minutos (Foto: Claudio Reis / Divulgação)


Se a finalização foi ruim, ao menos, a tentativa do camisa 10 serviu para acordar o time capixaba, que se posicionou melhor em campo, equilibrou a posse de bola e esfriou o ímpeto dos donos da casa. No entanto, o gramado ruim do Serejão - que dificultou a troca de passes das duas equipes - acabou sendo mais prejudicial aos visitantes. Com muitos erros de passe, o Estrela não conseguiu levar grande perigo ao gol do Brasiliense. Somente aos 34 minutos, o atacante Ronaldo Capixaba deu algum trabalho de verdade ao goleiro Edson, com um chute colocado de fora da área.
Mesmo com o adversário melhor postado, o Brasiliense continuou se impondo e criando as melhores chances de gol. Com boa movimentação no meio campo, comandado por Baiano, Zé Roberto e Rodrigo, o Jacaré perdeu, ao menos, outras três boas oportunidades de ampliar antes do fim do primeiro tempo - duas vezes com Luquinhas e uma com o zagueiro Felipe, que se arriscou no ataque, quase marcou um golaço e ainda foi homenageado pela torcida com gritos de "David Luiz", em referência ao defensor da Seleção que marcou dois gols na Copa.

Defesa do Estrela falha, e Jacaré mata o jogo

Na volta do intervalo, o time do Brasiliense não conseguiu repetir a "blitz" do primeiro tempo, mas continuou melhor em campo. Após duas boas descidas ao ataque, o time foi "premiado" com um pênalti aos 10 minutos: o volante Douglas cruzou pela direita, o zagueiro do Estrela, Paganelli, acabou tocando com o braço na bola ao tentar cortar. Rodrigo cobrou com categoria e ampliou para 2 a 0.

Imediatamente, o técnico do time capixaba, Dário Lourenço, tentou dar uma sacudida em sua equipe e mexeu no meio-campo, com a entrada de Léo Gonçalves no lugar de Renan Grivolli. Mudança que fez pouca diferença. O Brasiliense continuou melhor e quase chegou ao terceiro gol aos 16 minutos, quando Luquinhas perdeu sozinho, na pequena área. Mas o terceiro gol não demorou a sair. Aos 20, o "David Luiz" do Jacaré, Felipe, se arriscou no ataque novamente e, dessa vez, foi derrubado na área por Adrianinho: outro pênalti. O goleiro Wagner ainda chegou a tocar a bola na cobrança de Baiano, mas não o suficiente para impedir mais um gol dos donos da casa.

Em uma última tentativa de mudar o panorama da partida, Dário Lourenço queimou suas duas últimas substituições: colocou Douglas na vaga de Adrianinho e Juninho no lugar de Preto. As mexidas chegaram a melhorar a equipe capixaba. Porém, bem postado na defesa, o Brasiliense apenas administrou a vantagem e, antes do apito final, ainda perdeu mais um gol com Kaká, que carimbou a trave direita de Wagner. Fim de jogo com vitória tranquila do Brasiliense por 3 a 0.

Londrina 1x0 Metropolitano

A torcida do Londrina que foi ao Estádio do Café acompanhar a estreia da equipe na Série D do Campeonato Brasileiro não se arrependeu. Mesmo com a folga na primeira rodada e o Metropolitano líder do grupo, a equipe da casa pressionou durante os 90 minutos e conseguiu marcar em um momento de instabilidade dos catarinenses. O gol foi marcado pelo atacante Bruno Batata aos 20 minutos em cobrança de pênalti. Antes, o Metropolitano perdeu o técnico Abel Ribeiro e o zagueiro Juninho, expulsos.

A vitória deixa o Londrina na segunda colocação com três pontos. O metropolitano está na primeira colocação, também com três pontos, mas com um jogo a mais. No próximo domingo, o Londrina encara o Pelotas, às 15h30 (de Brasília), no Estádio Boca do Lobo. O Metropolitano folga e só retorna na quarta rodada, para enfrentar a Penapolense.

O Londrina começou tentando pressionar, mas a primeira chegada com perigo foi do Metropolitano. Tozin bateu de fora da área e quase abriu o placar. O troco veio logo em seguida com Bruno Batata e depois com Lucas Ramon. Na primeira, a bola tirou tinta da trave e no chute de Lucas, o goleiro Dida fez ótima defesa e salvou a equipe de Blumenau.

Após as chances, o Londrina continuou pressionando, durante toda a primeira etapa, mas tinha dificuldades na conclusão das jogadas. O Metropolitano se defendia das investidas do rival. Antes do fim da primeira etapa, Celsinho teve nova chance em cobrança de falta e novamente Dida fez Um milagre e manteve o empate.

Os times voltaram sem alteração para o segundo tempo. O Londrina matinha a posse e pressionava em busca do gol. Aos dez minutos, o Metropolitano perdeu o técnico Abel Ribeiro, expulso após reclamar e chutar uma garrafa. O técnico não viu o goleiro Dida, sempre ele, salvar a equipe em duas oportunidades. Celsinho cobrou falta e o goleiro espalmou e depois defendeu uma bicicleta do atacante Bruno Batata. Para piorar, o Metropolitano também perdeu o jogador Juninho, após receber o segundo cartão amarelo.
A partir daí o Londrina teve domínio total. Aos 19 minutos, Bruno Batata invadiu a área e foi derrubado pelo goleiro Dida. Ele mesmo foi para a cobrança e abriu o placar.Depois foi só segurar o resultado e conquistar a primeira vitória na Série D do Brasileiro.

Brasil de Pelotas 2x1 Cabofriense

O clima era favorável ao Brasil de Pelotas: vindo de vitória, jogando em casa em um clima típico do Sul. Do lado da Cabofriense, uma sombra de nuvem negra: derrota na estreia, técnico pressionado e atuando longe do Rio. Ingredientes que não entram em campo, é verdade, mas que, no fim, ajudam a explicar a vitória dos gaúchos por 2 a 1 na tarde deste sábado, em Gravataí, pela segunda rodada da Série D do Brasileiro. Triunfo construído principalmente dentro de um primeiro tempo com cara de ditadura do Brasil de Pelotas. Autoritário, mandou na etapa inicial, assustou o adversário e até se permitiu um segundo tempo com um ritmo mais brando. Felipe Garcia e Cirilo marcaram os gols da vitória dos donos da casa

O primeiro tempo foi um verdadeiro massacre gaúcho. Do primeiro minuto até o apito do intervalo. A primeira jogada já mostrou o que viria ser os quarenta e cinco minutos iniciais. Acuada, a Cabofriense se fechava no campo defensivo. Suicídio. O Brasil desfilou, perdeu oportunidades, viu o goleiro adversário brilhar, mas chegou ao primeiro gol com Felipe Garcia, em lance de sorte.

A Cabofriense melhorou na etapa final. Voltou mais disposta a ocupar o campo adversário. O jogo, automaticamente, ficou mais aberto e com mais emoção. O Brasil, mesmo com o jogo mais equilibrado, seguia sendo o mais perigoso. Ampliou em jogada aérea com Cirilo, e viu a Cabofriense diminuir, também de cabeça, com Luizão. A partir daí o Brasil tomou mais cuidados, sem abandonar o ataque. Tática suficiente para chegar a sua segunda vitória na competição.

A vitória mantém o Brasil de Pelotas com 100% de aproveitamento nesta Série D do Brasileirão. Os gaúchos seguem na ponta do Grupo 7 agora com seis pontos. A Cabofriense, no entanto, fica em situação delicada na tabela. Na lanterna da chave, segue sem somar nenhum ponto.

No próximo sábado, a Cabofriense volta a campo no sábado, no Correão, para enfrentar o Ituano, às 19h30. No domingo, o Brasil de Pelotas encara o Maringá, no Willie Davids.

Massacre gaúcho

No frio de Gravataí, no Sul do país, o Brasil de Pelotas mostrou ser um anfitrião quente, ligado e avassalador. Não quis saber de estudar a Cabofriense e montou uma verdadeira blitz na primeira jogada da partida. Uma subida rápida que já exigiu dois milagres da defesa do Tricolor Praiano. Rodolpho e Luizão salvaram os visitantes. A pressão continuou por toda a primeira etapa.

O Brasil não deixava o adversário sequer passar do meio-campo e ia costurando o primeiro gol. Conte. Aos quatro minutos, Nena finalizou para Jardel salvar a Cabofriense em cima da linha. Aos 15, Felipe Garcia e Alex Amado tramaram uma tabelinha no meio-campo e envolveu os visitantes. Avançara, e o atacante finalizou com muita violência. O primeiro gol só foi abreviado porque Rodolpho, em tarde inspirada, promoveu um novo milagre.

A ampla superioridade técnica do Brasil não parecia ser, por mais estranho que possa parecer, suficiente para abrir o marcador. Para todos estes sintomas o remédio chamado sorte é muito eficaz. E foi. Aos 23 minutos, jogada rápida dos gaúchos, Felipe Garcia recebeu na entrada da área e fuzilou. A bola desviou na zaga da Cabofriense e acabou vencendo a quase divindade de Rodolpho. Placar inaugurado, 1 a 0 para o Brasil, que seguiu exercendo a pressão até o fim da primeira etapa. Márcio Hann ainda carimbou a trave da Cabofriense, que, assustada, torcia para o apito do juiz.

Cabofriense melhora, mas Brasil mata o jogo

O intervalo representou uma mudança na postura da Cabofriense. Ao ver o Brasil dominar toda a primeira etapa, o Tricolor Praiano voltou tentando manter a posse de bola para equilibrar a partida. Conseguiu por alguns minutos. No entanto, a tarde mesmo era dos donos da casa, que, mesmo em oportunidades mais raras do que na etapa inicial, seguia sendo mais perigoso.

O reflexo foi o jogo mais aberto e os dois gols em poucos minutos. Cirilo, de cabeça, aproveitou boa batida de falta de Felipe Garcia. O zagueiro subiu mais que a zaga da Cabofriense e marcou o segundo dos gaúchos. Cinco minutos depois, também na jogada áerea, Luizão diminuiu para o Tricolor Praiano. No placar 2 a 1, e dentro de campo um jogo com mais emoção.

A melhora da Cabofriense foi um aviso aos donos da casa. Qualquer falta de atenção poderia ser fatal para a vitória gaúcha. O Brasil de Pelotas, então, se resguardou na defesa, viu o adversário perder o lateral Filipi Sousa expulso e ainda perdeu incrível oportunidade no último lance. A partida caminhou tranquila para o fim feliz em 2 a 1 para os Gaúchos, um recado de força nesta Série D do Brasileiro.

Anapolina 1x1 Villa Nova

Um pra lá e um pra cá. Na segunda partida de Anapolina e Villa Nova na Série D, as duas equipes empataram por 1 a 1, no Estádio Jonas Duarte, em Anápolis. No primeiro tempo, Eric abriu o placar para o Leão do Bonfim, mas Dinei empatou para a Xata na segunda etapa.

O empatou deixou os goianos na segunda posição do Grupo 5, com quatro pontos ganhos, dois atrás do Brasiliense, líder da chave. Já a equipe mineira ocupa a terceira posição, com apenas um ponto ganho.
Na próxima rodada, a terceira do Grupo 5, o Anapolina vai até Cachoeiro de Itapemirim, onde enfrenta o Estrela, no sábado, às 16h (de Brasília), no Estádio Sumaré. Já o Villa Nova-MG volta para casa e recebe o Itaporã, no domingo, também às 16h, no Alçapão do Bonfim.

O jogo
Anapolina x Villa Nova-MG, pela Série D do Brasileirão (Foto: Reprodução / Anapolina)Anapolina x Villa Nova-MG, pela Série D do Brasileirão (Foto: Reprodução / Anapolina)
O primeiro tempo no Estádio Jonas Duarte foi de pouca movimentação e muita marcação, principalmente no meio do campo. Sem inspiração na armação das jogadas, o time da casa tinha suas principais chances nas bolas aéreas e em uma delas até chegou a balançar as redes. Dinei empurrou a bola para o gol, mas o assistente assinalou impedimento.

Em busca do seu gol, o time goiano deu muito espaço para o Villa Nova chegar nos contragolpes e crescer na partida. Aos 22 minutos, Nilo escorou escanteio cobrado e Eric apareceu na segunda trave para marcar o primeiro gol do jogo. A bola ainda bateu na trave direita do goleiro André Luis antes de entrar.

Melhor em campo, o Villa ainda quase marcou o segundo. Rafael Gomes apareceu livre e tentou bater por cima de André Luis, mas a bola beliscou o travessão e a defesa da Rubra afastou.
Na segunda etapa, a Anapolina voltou melhor e com mais pressão, que ficou ainda maior quando o zagueiro Nilo, do Villa Nova, foi expulso aos 10 minutos pelo segundo cartão amarelo. Seis minutos depois, Jonathan cobrou falta na área e Dinei desviou para o gol, deixando tudo igual em Anápolis.
Mesmo com um a mais em campo, a pressão da Xata não foi para a frente. Muito em função da boa marcação do time mineiro, que se segurou e não sofreu perigo até o apito final.

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